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sexta-feira, 31 de julho de 2009

animais mais estranhos do mundo

Imperador Tamarin

Curiosamente, o nome do macaco era apenas um apelido, que era uma zoação com o imperador germânico Wilhelm II. Mas que acabou sendo in

corporado ao nome científico do macaco. Ele vive nas selvas do peru Bolívia e Brasil. É um macaco pequeno, com uma cauda maior que o corpo.


Macaco da cara branca

O olhar penetrante deste macaco impressiona qualquer um. Adivinha de onde é este bicho? Isso mesmo, Brasil.

Anta pintada

Este nem é tão estranho. Bem, a Anta é um paquiderme, logo está de certa maneira ligado ao elefante, mas esta antinha mirim pintadinha é muito bonita e exótica. Os índios costumam usar estes animais quando filhotes como bichinhos de estimação.

Hagfish

Este é um peixe. Não, não é um caracol. Ele é conhecido como o mais nojento peixe do mundo. O Hagfish além de feio é meio sinistro. ele secreta umja baba gosmenta para escapar dos predadores, e se amimenta fazendo um buraco no seu alimento (outro peixe ou humanos) onde enfia esse monte de dente nojento. O movimento desta minhoca em forma de peixe se dá quando ele cria um nó e com ele consegue se propelir em direção à vítima.

Toupeira do nariz de estrela


O nome diz tudo. É feio feito o catiço esse bicho.

Macaco de tromba

que nariz horrivel!!!Esse sim é um dos animais mais esquisitos do mundo.

Tatu-fada rosa

Este é o menor tatu do mundo. Um bichinho microscópico e cor de rosa. 90 a 115 milímetros. Da Argentina.

Axolotle

Este é o nome de uma salamandra mole mexicana. Um bicho estranho pra dedéu. Ele ainda pode regenerar partes do corpo amputadas. Por conta desta habilidade wolverinesca, a salamandra Axolotle está sendo estudada em vários centros de pesquisas biotecnológicas.

Aye-Aye

O estranho Aye-Aye está famoso como um dos mais estranhos bichos do mundo. Ele é tido como um demônio de mau agouro em Madagascar, seu país de origem. E por isso está na lista dos mais ameaçados de extinção.

Alpaca

Este é uma espécie de cabritinho-girafesco, com um longo e ereto pescoço. As Alpacas são nativas dos andes, e descendem das Alpacas selvagens. São parentes das Lhamas, que por sua vez, são parentes dos camelos.

Tarsier

Este é um animal noturno . Ele é um mamífero que salta pelas árvores na escuridão da floresta em busca de pegar cobras e insetos em pleno vôo. O Tarsier é um animal complexo devido a sua grande fragilidade. Ele tem este nome devido ao tamanho desproporcional dos ossos tarsios. Em geral são pouco conhecidos do homem, uma vez que existem poucos em cativeiro. Eles costumam cometer suicídio devido ao stress quando em cativeiro.

Polvo dumbo

É um animal descoberto recentemente nas altas profundidades. Ele leva este nome pelas estranhas orelhinhas na cabeça. É fofinho e parece até um pokemon, com aqueles tentáculos minúsculos.

Cão de Komondor

É um cão de dreadlocks. O cão de Komondor é este animal raro. Os dreadlocks são naturais e ocorrem devido à espessura do fio do pelo deste animal.

Coelho Angorá

O coelho angorá é basicamente um Fluff vivo. Lembra do Fluff? Era aquela bola de fiapos. O coelho angorá é um coelho normal com pelos além da conta.
de origem turca, o coelho surgiu por volta de 1700, e é um animal bastante dócil. Cultuado pelos criadores de coelhos de exibição.

Peixe-bolha

O peixe bolha é um animal visto raramente por seu habitat ser praticamente inacessível a humanos. Ele vive em altas profundidades na costa da Australia e da Tasmania. O peixe bolha vive em uma profundidade tamanha, que seu organismo se adaptou e desta maneira sua pele é parecida com uma gelatina. ele é um peixe mais próximo da água-viva que se tem notícia. A densidade do seu corpo é sutilmente menor que a da água. Ele quase não tem músculos, nadando ao sabor das correntes profundas. Para compensar isso ele tem este bocão que engole de uma só vez qualquer peixe.

terça-feira, 28 de julho de 2009

um animal de estimação bem diferente


OS ANFÍBIOS DE ESTIMAÇÃO: Respiram na terra ou embaixo d'água. Nadam como serpentes, graças aos movimentos da cauda. As cores são variadas e há centenas de espécies. Que tal ter uma em casa?

Após o surgimento da vida no planeta, os anfíbios (da classe zoológica Amphibia) foram os primeiros animais que se aventuraram terra adentro. E até hoje, quando são inúmeras as formas da vida animal, eles conservam a sua ambigüidade: vivem, respiram e se alimentam, tanto na água como na terra. No ambiente aéreo, a respiração é pulmonar; embaixo d'água, a respiração se dá através da pele.

Na classe Amphibia há, basicamente, duas grandes ordens. Uma, reunindo aqueles que não apresentam cauda, como sapos e pererecas; e outra, denominada Caudata ou Urodela, que compreende os de cauda. Estes é que são popularmente conhecidos no Brasil como Salamandras.

São cerca de 400 espécies, dos mais variados tamanhos: desde alguns poucos centímetros até a Salamandra Gigante (Megalobatrachus japonicus) que chega a 1,60 m. Às vezes podemos ouvir falar em Tristões, da mesma ordem das Salamandras. Estes pertencem ao gênero Triturus, e preferem a vida na água. No Brasil, raramente são encontrados à venda. Em cativeiro, recebem os mesmos cuidados que as Salamandras.

Conta-se que, no decorrer dos tempos, as Salamandras foram alvo de lendas entre povos antigos. Eram confundidas com pequeninas criaturas mitológicas que viviam nas chamas, os "elementais do fogo". Tudo porque eram vistas saindo às pressas das fogueiras. É que, na natureza, costumam habitar troncos caídos, que poderiam ser usados como lenha.

Primitivas e lendárias, às vezes parecem miniaturas dos grandes répteis pré-históricos; em outras ocasiões são chamadas de lagartixas. Por não serem muito conhecidas no Brasil, a sua figura, a princípio, pode causar uma certa estranheza. Aos poucos, no entanto, vai ganhando admiradores.

As Salamandras, por vezes, apresentam um belo colorido. As cores mais freqüentes são o amarelo, o vermelho, o azul e o preto. E, bem tratadas e acomodadas, vivem 20 e 25 anos.

Originárias do hemisfério norte, elas têm seu habitat em riachos de águas frias e normalmente hibernam durante o inverno. A grande maioria delas (mais ou menos 70%) prefere a vida na terra a maior parte do tempo.

Partindo desses dados, não é difícil perceber que o ambiente ideal para se ter alguma em casa deve ser uma espécie de aquário, que conte com partes de terra firme. Em resumo, o ideal é um terrário úmido, que já é vendido no Brasil, mas que o próprio criador pode construir.

As dimensões do terrário variam. Para dois ou três exemplares, uma medida padrão seria: 40 cm de comprimento, 30 de largura e 30 de altura. Metade do espaço interno é ocupado por terra firme e metade por água, de uns 12 cm de profundidade. Pode-se decorar e colocar plantas (tanto na parte aquática como na terrestre) à vontade mas há algumas providências obrigatórias: a temperatura nunca deve ultrapassar os 23ºC, as paredes e o teto (construídos em vidro) têm que estar livre de frestas ou aberturas pelas quais os animais possam escapar e, finalmente, é necessário que se providencie algum tipo de rampa (um pedaço de madeira ou uma "praia") para que consigam entrar e sair da água com facilidade.

Caso não seja possível um terrário, devemos ter pelo menos um aquário com água rasa e uma ou mais pedras oferecendo uma parte emersa. Mas tudo sempre bem fechado. As Salamandras são hábeis fugitivas e conseguem escalar paredes de vidro.

Encontram-se à venda em lojas de peixes, sempre importadas. O preço, em função da importação, varia com o dólar.